by Cláudia Fanaia de Almeida Dorst - Viver nada mais é que ser você, respeitando as diferenças e diversidades. Porém temos que gostar de ser nós e também buscar o melhor para nossa saúde física, mental e espiritual. Vida longa e saudável #querochegaraos100anos .... :) NA LUTA PELO DIREITO DE IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Michael Jackson e Olodum
EM HOMENAGENS AOS MEUS ROQUEIROS ... E ARTISTAS.
EU BATO TAMBOR.
Somos muitos, impedir, JAMAIS.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A ignorância pode levar a esquizofrenia
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"Oi, pessoal da ATEA. Eu sou agnóstico e acho saudável deixar isso claro sempre que necessário. Mas neste relato, especificamente, gostaria que preservassem-me anonimamente porque se tratam de vivências profissionais e uma vez meu nome divulgado, ficaria fácil deduzir a identidade dos demais personagens.
Eu sou professor de linguagem e, em uma aula recente, explorei a história das línguas e sua e
Eu sou professor de linguagem e, em uma aula recente, explorei a história das línguas e sua e
volução ao longo de vários séculos - um processo demorado e complexo. Expus informação sobre o desenvolvimento de representações simbólicas pelo homem primitivo, da maneira como a humanidade interpretava o mundo ao seu redor com símbolos, com a finalidade de situar o aparecimento da escrita, que é linguagem simbólica - um domínio exclusivamente humano entre os seres vivos. Eventualmente a exposição abordou o surgimento de mitos e deuses a partir da observação e interpretação simbólica da natureza, do céu, dos astros e do clima.
O comportamento de uma aluna que permaneceu o tempo todo olhando em outras direções, visivelmente incomodada, me chamou a atenção. Perguntei à sala se as ideias estavam claras ou se pareciam confusas demais, obviamente dando a ela a chance de se manifestar, mas recebi apenas sinalizações positivas, de outros alunos, bem como manifestações de interesse e entusiasmo pelas informações. Perguntei, então, se poderíamos prosseguir, a que ela finalmente se manifestou com um "não".
Pedi pra que ela dissesse porque não deveríamos e sua resposta foi algo parecido com: "porque não tá interessante. Pra acreditar nisso eu vou ter que engolir que viemos do macaco, e segundo a minha religião, Adão deu nome às coisas logo no início, sem ter passado por essas coisas todas que você tá falando. Então se você puder parar, eu confesso que acharia melhor". Em nenhum momento falamos ou sequer mencionamos "macaco" e a origem biológica do homem, o que me obrigou a pedir esclarecimentos: "como não estamos falando sobre biologia, área que eu não domino, não me lembro de termos falado sobre descendência de macacos. O que exatamente você ouviu de mim sobre isso?" a que ela respondeu: "não lembro mais, mas essa coisa toda de homem das cavernas são coisas que não fazem sentido pra mim, eu não acredito, não tem nexo!"
Tive que me dar ao trabalho de justificar a aula, um constrangimento dispensável, enquanto controlava o sangue que tende a ferver em minhas veias quando testemunho uma tentativa de silenciar vozes. Naquela situação, era alguém que pretendia silenciar a voz científica dentro de uma instituição acadêmica de ensino, e pretendia que essa instituição legitimasse o discurso religioso e, considerando que os discursos religiosos são múltiplos, pretendia que eu, professor, legitimasse o discurso específico dela!
Expliquei, num esforço de paciência: "eu sou professor e esta é uma instituição acadêmica, que tem uma responsabilidade social voltada para o ensino e a pesquisa. A minha responsabilidade profissional, prevista no cargo público que eu ocupo, é a de oferecer perspectivas, oferecer informação diversificada e zelar pela plausibilidade do que se aprende aqui. É também de proporcionar oportunidades de confrontar perspectivas, estimulá-los a buscar o coerente e o plausível na multiplicidade de ideias. Não é minha função limitar informações ou protegê-los da tarefa de confrontar perspectivas. Eu estaria sendo irresponsável! Aqui, não se encontram verdades impostas. Aqui, nós temos a obrigação, às vezes incômoda, de debater tudo em busca de coerência".
Nas aulas seguintes e até então, essa aluna não olha na minha direção, e faz questão de se ocupar de outras coisas durante minhas aulas, como manifestação de contrariedade ao 'professor anticristo'."
O comportamento de uma aluna que permaneceu o tempo todo olhando em outras direções, visivelmente incomodada, me chamou a atenção. Perguntei à sala se as ideias estavam claras ou se pareciam confusas demais, obviamente dando a ela a chance de se manifestar, mas recebi apenas sinalizações positivas, de outros alunos, bem como manifestações de interesse e entusiasmo pelas informações. Perguntei, então, se poderíamos prosseguir, a que ela finalmente se manifestou com um "não".
Pedi pra que ela dissesse porque não deveríamos e sua resposta foi algo parecido com: "porque não tá interessante. Pra acreditar nisso eu vou ter que engolir que viemos do macaco, e segundo a minha religião, Adão deu nome às coisas logo no início, sem ter passado por essas coisas todas que você tá falando. Então se você puder parar, eu confesso que acharia melhor". Em nenhum momento falamos ou sequer mencionamos "macaco" e a origem biológica do homem, o que me obrigou a pedir esclarecimentos: "como não estamos falando sobre biologia, área que eu não domino, não me lembro de termos falado sobre descendência de macacos. O que exatamente você ouviu de mim sobre isso?" a que ela respondeu: "não lembro mais, mas essa coisa toda de homem das cavernas são coisas que não fazem sentido pra mim, eu não acredito, não tem nexo!"
Tive que me dar ao trabalho de justificar a aula, um constrangimento dispensável, enquanto controlava o sangue que tende a ferver em minhas veias quando testemunho uma tentativa de silenciar vozes. Naquela situação, era alguém que pretendia silenciar a voz científica dentro de uma instituição acadêmica de ensino, e pretendia que essa instituição legitimasse o discurso religioso e, considerando que os discursos religiosos são múltiplos, pretendia que eu, professor, legitimasse o discurso específico dela!
Expliquei, num esforço de paciência: "eu sou professor e esta é uma instituição acadêmica, que tem uma responsabilidade social voltada para o ensino e a pesquisa. A minha responsabilidade profissional, prevista no cargo público que eu ocupo, é a de oferecer perspectivas, oferecer informação diversificada e zelar pela plausibilidade do que se aprende aqui. É também de proporcionar oportunidades de confrontar perspectivas, estimulá-los a buscar o coerente e o plausível na multiplicidade de ideias. Não é minha função limitar informações ou protegê-los da tarefa de confrontar perspectivas. Eu estaria sendo irresponsável! Aqui, não se encontram verdades impostas. Aqui, nós temos a obrigação, às vezes incômoda, de debater tudo em busca de coerência".
Nas aulas seguintes e até então, essa aluna não olha na minha direção, e faz questão de se ocupar de outras coisas durante minhas aulas, como manifestação de contrariedade ao 'professor anticristo'."
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domingo, 21 de outubro de 2012
Minhas gravidez - 1993 - 1999 e 2000
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Frase de Cláudia Fanaia
"O dia que começar a "rodar bolsinha",
vou ficar milionária,
pois eu sei fazer bem o serviço,
e vai ser só rico...
Pobre jamais.
Frase de Cláudia Fanaia Dorst
Valor da hora - 5.000,00
Valor da hora - 5.000,00
Isto porque ainda não começei, pois quando começar, todas as garotas de programas vão perder seus clientes ... rsrsrsrs ... SÃO
RUIM DEMAIS, são ruins de serviços, não tem qualidade ...
sábado, 20 de outubro de 2012
1º LUGAR NAS OLIMPIADAS DO COLÉGIO CIN
Dança do 8° ano A - Colégio Isaac Newton - Turma da minha filha Gabriela Fanaia de Almeida Dorst
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
A pineal na filosofia e misticismo
A glândula pineal tem sido considerada - desde René Descartes (século XVII), que afirmava ser a glândula o ponto da união substancial entre corpo e alma[16] - um órgão com funções transcendentes. Além de Descartes, um escritor inglês com o pseudônimo de Lobsang Rampa, entre outros, dedicaram-se ao estudo deste órgão.
Com a forma de pinha (ou de grão), é considerada por estas correntes religioso-filosóficas como um terceiro olho devido à sua semelhança estrutural com o órgão visual. Localizada no centro geográfico do cérebro, seria um órgão atrofiado em mutação com relação em nossos ancestrais.
Os defensores destas capacidades transcendentais deste órgão, consideram-no como uma antena. A glândula pineal tem na sua constituição cristais de apatita. Segundo esta teoria, estes cristais vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captassem, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, seria capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral, por exemplo, que seria capaz de decodificar essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida. Esta teoria pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.
A Doutrina Espírita dedica-se à formulação destas explicações desde Allan Kardec (século XIX). Na obra Espírita Missionários da Luz,[17] ditada pelo espírito de André Luiz, através da psicografia do médium Francisco Cândido Xavier, a epífise é descrita como a glândula da vida espiritual e mental que caracteriza um órgão de elevada expressão no corpo etéreo onde presidem os fenômenos nervosos da emotividade, devido a sua ascendência sobre todo o sistema endócrino, e desempenha papel fundamental no campo sexual. No terreno concreto, tal função é apontada desde 1958 e, atualmente passou a ser amplamente aceita em terreno concreto[18].
"comandando as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade""...defende em pesquisas que a glândula pineal seria o órgão sensor que capta as informações por ondas eletromagnéticas devido as propriedades dos cristais de apatita, que as converteriam em estímulos neuroquímicos[19] de forma análoga à antena do aparelho celular para sinais eletrônicos..." |
André Luiz descreve ainda que a epífise está ligada à mente espiritual através de princípios eletromagnéticos do campo vital, fato que a ciência formal ainda não pode identificar, comandando as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. O psiquiatra brasileiro Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, neurocientista, defende em pesquisas que a glândula pineal seria o órgão sensor que capta as informações por ondas eletromagnéticas devido as propriedades dos cristais de apatita, que as converteriam em estímulos neuroquímicos[19] de forma análoga à antena do aparelho celular para sinais eletrônicos[20] .
Já na visão dos hindus, é o principal órgão do corpo, possuidor de dois chacras ou centros de energia responsáveis pelo desenvolvimento extra-físico, como receptores e transmissores de energia vital: o chacra do terceiro olho, central na testa, acima da altura dos olhos, e o chacra coronário, mais superior, também na cabeça.
MEMÓRIAS COLETIVAS FAZ PARTE DA TELEPATIA |
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